Atenção farmacêutica

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Alerta a umidade do ar está baixa

O teor de umidade é considerado muito baixo e preocupante para regiões terrestres e em regiões litorâneas. Os limites de alerta por conta de ar seco variam de 13% a 20% de umidade no ar, segundo a OMS.

Nessa época do ano a umidade relativa do ar diminui drasticamente, e a Defesa Civil dos municípios acabam decretando estado de atenção.

Nos meses em que ocorrem poucas chuvas é comum que a umidade do ar fique reduzida, o que causa um aumento nos níveis de dióxido de enxofre e material particulado, devido às piores condições de dispersão. Isso propicia o surgimento ou agravamento de doenças respiratórias, cardiovasculares e oculares.

Os sintomas causados pelo ar seco são dores de cabeça e irritação nos olhos, nariz, garganta ou na pele; garganta seca, voz rouca, inclusive com possibilidade de inflamação da faringe. Sem prevenção, há mais facilidade de contrair conjuntivite viral, alérgica, síndrome do olho seco e doenças respiratórias. O aumento de poluentes causa aumento da pressão arterial e arritmia cardíaca.
Previna-se dos efeitos causados pela baixa umidade do ar

Cuidado simples pode melhorar o mal estar causado por esse período, tais como:

Cuidar das crianças e idosos para que eles se hidratem, pois são eles quem mais sofrem quando o ar está seco.

Coloque no ambiente onde dorme baldes ou bacias com água; toalhas umedecidas esticadas; use umidificador de ambiente

Use soro fisiológico para umidificar o nariz a cada três horas.

Bebes que se alimentam exclusivamente do leite materno, podem tomar água se após as mamadas apresentarem inquietação.

Evite fazer atividades físicas em lugares abertos ou no sol no período entre 10 e 16 h., é o horário que o ar fica mais seco.

Cuidado com a alimentação deve ser redobrado, preferir comidas leves, como saladas e preferir molho leve para as massas.

É essencial evitar comidas calóricas e com muito sal. “Os pratos mais salgados demandam uma maior quantidade de água para o organismo”,

Não esquecer os protetores e os bloqueadores, os cremes hidratantes também são itens indispensáveis.

Até a próxima.

Crucita Vilela Marcondes Machado é farmacêutica e bioquímica, pós graduada em Administração Hospitalar e Hematologia Laboratorial.

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